Próteses
Protocolo sobre implantes, prótese e dentadura fixa: qual é a diferença
7 de julho de 2026 · 5 min de leitura
Quem perdeu muitos dentes costuma ouvir três nomes diferentes para tratamentos parecidos. Este guia separa o que é cada um e quando cada solução é indicada.
Dentadura convencional
É a prótese total removível, apoiada apenas na gengiva. Resolve a estética, mas depende de sucção para se manter no lugar, o que limita a força de mordida e pode causar feridas e insegurança ao falar.
Com o passar dos anos, o osso embaixo da dentadura reabsorve e a peça vai perdendo adaptação — daí a sensação de que a prótese “não serve mais”.
Protocolo sobre implantes (dentadura fixa)
O protocolo é uma prótese total parafusada sobre implantes, geralmente quatro a seis por arcada. Não sai da boca: só o dentista remove, nas manutenções.
É a solução mais próxima da sensação de dentes naturais para quem perdeu toda a arcada, porque a carga da mastigação é transmitida ao osso pelos implantes, e não à gengiva.
Próteses parciais e unitárias
Quando restam dentes saudáveis, a reabilitação pode ser parcial: coroas sobre implantes individuais, pontes fixas ou próteses parciais removíveis, conforme a posição dos espaços e a saúde dos dentes vizinhos.
A escolha considera o quanto os dentes remanescentes podem sustentar de carga e o quanto vale preservá-los.
Como escolher
A decisão nunca começa pelo nome do tratamento, e sim pelo diagnóstico: quantidade e qualidade de osso, saúde periodontal, oclusão, expectativa estética e rotina do paciente.
- Osso suficiente e boa saúde geral favorecem soluções fixas sobre implantes
- Perda óssea acentuada pode exigir enxerto antes da reabilitação fixa
- Toda solução, fixa ou removível, exige higiene diária e manutenção periódica
Quer entender qual reabilitação faz sentido para o seu caso? A avaliação é o primeiro passo.
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